EDITORIAL


EDITORIAL

1ª EDIÇÃO- FOLHA DE ITARARÉ

Nasce mais um veículo de comunicação em nossa cidade, um jornal ético, imparcial e democrático, e que irá promover a integração de toda a comunidade, independente de nossas diferentes classes sociais, idades, sexos, escolaridades, partidos políticos ou religiões. Com este propósito a "FOLHA DE ITARARÉ- O SEU JORNAL", publicações estas que pretende ser a “Voz da Comunidade de ITARARÉ” TUDO POR ITARARÉ, incentivando o exercício de nossa cidadania, conforme conclamação de nosso dever instituído na CONSTITUIÇÃO DE 1988.Queremos fazer deste jornal o nosso meio de comunicação, nosso instrumento de luta, expressão e questionamentos. A idéia é imprimirmos nestas páginas a essência da vida da comunidade, além de levar até os menos favorecidos aquilo que está acontecendo em nosso dia a dia. Não só na vida política, econômica, histórica, cultural e esportiva, mas principalmente, a vida de cada um de nós, nossos sonhos, buscas, conflitos e questões existenciais. O JORNAL FOLHA DE ITARARÉ, nasce para valorizar a vida, as idéias e o trabalho de nossa gente. Assim como o trabalho desenvolvido pelas comunidades e seus dirigentes.
Dentro desta proposta, apresentamos hoje uma idéia do que poderemos fazer. Ainda há muito que melhorar. Para isso, precisamos de você. De suas idéias, de sua participação, sua assinatura, seu patrocínio. Com a sua parceria, esperamos já no próximo número aumentar o número de paginas, Participe enviando sugestões ou até mesmo criticas! O sucesso do JORNAL FOLHA DE ITARARÉ só depende de você e de seus ideais!
"E seguindo um pensamento filosófico, o maior ignorante político é aquele que diz, eu to nem ai para política e muito menos para os políticos, pois o ser Homem eternamente será um animal político". BASTA LIGAR PARA O CEL. 15-9742-4792, OU ENVIAR ATRAVÉS DOemail:advjbsr1963@hotmail.com                                                                                               PARTICIPE VOCE TAMBÉM!!!

 

FRASES PARAR REFLEXÃO:    

José Rinaldi

"O IGNORANTE É AQUELE QUE AFIRMA O SÁBIO AQUELE QUE DUVIDA, E O SENSATO AQUELE QUE REFLETE".

“O VERDADEIRO HOMEM É AQUELE QUE MEDE A SUA FORÇA QUANDO SE DEPARA COM QUALQUER OBSTÁCULO”.

"TER PROBLEMAS NA VIDA É COISA INVEITÁVEL, SER DERROTADO POR ELES É APENAS OPCIONAL".

"O FUTURO DE QUALQUER PESSOA DEPENDERÁ DOS ATOS QUE FIZAERES NO PRESENTE".

"SOMENTE AQUELE QUE É DEMASIADO FORTE, PODE PERDOAR UMA OFENSA E SABER PERDOAR".

"DEIXE QUE A LEI FAÇA JUSTIÇA, POIS AS MÃOS DO SENHOR PREVALECERÃO".

A VERDADEIRA FUNÇÃO DE SER VEREADOR

Cabe ao vereador, mostrar os problemas da comunidade e buscar providências junto aos órgãos competentes. Mas não é só isso. Cabe-lhe também a função de fiscalizar as contas do Poder Executivo Municipal e do próprio Legislativo.

Um dos pré-requisitos básicos da democracia é a existência de um Poder Legislativo forte e realmente independente. Sem isso, a democracia é deficiente, capenga. No Brasil, apesar das leis falarem claramente em “poderes independentes e harmônicos entre si”, ainda falta muito para que isso vire realidade.

Lamentavelmente, as contradições começam a nível nacional e estadual, quando temos parlamentares, em sua maioria, subserviente e fiéis aos interesses políticos e econômicos do Executivo.


Em especial nas Câmaras Municipais, é vergonhoso. Prefeitos detêm a maioria dos vereadores os quais mantêm com um “empreguinho” para a esposa, um benefício aqui, outro ali... e assim, o edil fica cada vez mais distante do verdadeiro papel do vereador, passando a ser apenas mais um encabrestado, boneco de marionete.


Cabe à população esclarecida, exercer bem o seu direito de escolha, quando chamada às urnas para indicar sua representação. É muito comum ouvir: “vereador não serve para nada”.

O vereador, expõe os problemas da comunidade e buscar providências junto aos órgãos competentes. Mas não é só isso. Cabe-lhe também a função de fiscalizar as contas do Poder Executivo Municipal, os atos do Prefeito, denunciando o que estiver ilegal ou imoral à população e aos órgãos competentes. Portanto, o vereador é o fiscal do dinheiro público.

E aqui fica a pergunta: será que o vereador que presta apoio político incondicional ao Prefeito em troca de “benefícios” pessoais, exercerá livremente a função de fiscalizá-lo? Não. E é isso que acontece na maioria das cidades brasileiras. Isso precisa ser mudado. Vereador deve ser independente, atuante, polêmico, e deve sempre ter a coragem de concordar com o que considerar certo e discordar do que considerar que esteja errado. Deve agir com conhecimento e desarmado de ódios ou rancores.

É isso que a população deve observar e cobrar de seus representantes. Aliás, a população precisa freqüentar as reuniões dos Legislativos Municipais, para saber como estão se comportando os “representantes do povo”.

Também é válido lembrar que pela estrutura social brasileira, ao vereador é sempre cobrada a função de assistente social. Isso vem de longe. São os costumes “coronelísticos” que persistem, como herança política da República Velha.

Infelizmente, devido à realidade de pobreza da maioria dos nossos municípios, ainda se pensa assim, o que torna desfigurada a ação política. Essa mentalidade tanto compromete o eleitor, vítima maior, por falta de educação política, quanto ao vereador, que não dispondo de condições materiais para solucionar os problemas do seu eleitorado, obriga-se ao cabresto do Prefeito. Mas, tanto no caso do eleitor como do vereador, predomina-se a escassez de educação política.

Precisamos de vereadores atuantes, dispostos a romperem com os costumes persistentes de subserviência e vício. O vereador deve agir sem apego a benefícios pecuniários. Ele deve usar, com disposição, a prerrogativa de denunciar possíveis fraudes envolvendo dinheiro público, sobretudo pela tendência descentralizadora existente, pois recursos estão indo direto para as mãos dos Prefeitos, como é o caso do Ensino Fundamental.

Vereador consciente contribui efetivamente para o desenvolvimento humano do seu município, ajudando o povo a pensar e se organizar.

 

A VIDA DOS FOFOQUEIROS DE PLANTÃO.

Quando for passar uma história adiante primeira passe-a pelas três peneiras:

Primeira peneira: a Verdade.

Pergunte-se se o que você quer contar é verdadeiro. Se não o for, deixe-o morrer.

Se for, passe-o pela segunda peneira: a Bondade.

É coisa boa? Ajuda a construir o caminho e a fama do próximo?
Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, passe-o pela terceira peneira: a Necessidade.

Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?

Se passar pela três peneiras, conte Tanto eu como você e seu irmão nos beneficiaremos.
É fofoca? Caso contrário esqueça e enterre tudo.
Será uma fofoca a menos a envenenar o ambiente e levar a discórdia entre irmãos e colegas. Devemos sempre ser a estação terminal de qualquer comentário infeliz, sepultando-o.

Abaixo a fofoca e os fofoqueiros.
Não esqueça: pessoas medíocres falam sobre pessoas.
Pessoas comuns falam sobre coisas.
Pessoas inteligentes falam sobre idéias.

Puxa que lapada boa, hein? Doeu?
Às vezes é necessário "apanharmos" um pouco ou MUITO, para aprendermos
Que Deus abomina os contenciosos.
Tem dúvida disto?
Diante do ensinamento é preciso dizer mais alguma coisa?

VOU TE DAR UM GATINHO!!!! ASSIM VOCÊ CUIDARÁ DAS SETE VIDAS DELE E ESQUECERÁ-SE DA VIDA ALHEIA!!!!

O JOGO POLITICO

                                 ESTA COMEÇANDO

Pré- candidatos às próximas eleições já se mostram pelas ruas da cidade, pessoas que jamais se viu andando aos finais de semana nas feiras livres, danado tapinha nas costas, desse ou daquele, pouco importando quem é o cidadão. É apenas o começo do que se espera acontecer na acirrada disputa pelo tão almejado cargo do executivo.

“Vários empresários do comercio local, já se declararam serem pré- candidatos ao próximo pleito municipal, e com certeza teremos no mínimo 4- quatro (candidatos)”, e mais uma vez termos um grupo que representará a classe dos EMPRESÁRIOS. Outro será liderado pela BANCADA DO PT.

E com todas as nuances de uma eleição, entre os altos e baixos, existe a proibição de mudança partidária dos atuais em exercício, que segundo a lei e o código eleitoral, impossibilita transferir-se para outros partidos, pois O MANDATO ELEITORAL PERTENÇE À LEGENDA E NÃO AO CANDIDATO, mas em tudo existe o jeitinho brasileiro de burlar a LEI, com a criação de um NOVO PARTIDO todos os que até então estavam proibidos de mudarem de legenda, passam a legalidade e conseguem driblar a LEGISLAÇAO VIGENTE, levando consigo o mandato. É o cumulo mais é legal, fazer o que, se são eles quem cria as LEIS.

FIQUEM ATENTOS, POIS CERTAMENTE VOCES SERÃO AS PRIMEIRAS VITIMAS, SENDO ARREBATADOS PARA UM NOVO PARTIDO, A CONVITE DESTE O DAQUELE QUE ALMEJA SER CANDIDATO.

O QUE É SER POLÍTICO

O problema da política, é que está cheia de políticos. Não sei se estou a citar alguém, mas se não estou, devia estar.
A questão é: o que é um político? E é aí que as definições divergem, e se arranjam polémicas estéreis entre candidatos à Presidência da República.
Eu vejo as coisas da seguinte forma: a minha profissão é engenheiro informático, e é isso que eu sou. Mas, por exemplo, interesso-me bastante por fotografia. Encaro-a com a seriedade suficiente para me considerar também fotógrafo, mesmo não tendo retirado ainda da fotografia qualquer dividendo. Mas distingo-me dos outros fotógrafos, porque enquanto eu sou amador, os outros são profissionais, fazem da fotografia a sua profissão.
Portanto, sim, Cavaco é um político, porque qualquer pessoa que se tenha candidatado a um cargo político tem de ser considerado um político. Mas por outro lado, não considero Cavaco como um político profissional, uma vez que tem outra profissão que exerceu durante toda a sua vida, excepto no período em que desempenhou cargos políticos. E é essa diferença, obviamente em contraponto com Mário Soares, que ele quis deixar explicita, dando origem à polémica que se seguiu, com muita gente a não perceber o que Cavaco queria dizer, e muitos outros a fingirem que não tinham percebido.

Aproveitando para refrasear a minha frase inicial: o problema da política é que está cheia de políticos profissionais. Isto sim faz sentido. A anterior, em virtude da minha conclusão sobre o que é um político, seria um paradoxo.
E eu realmente acredito nesta frase. Acho que faltam na política pessoas que tenham outras vivências. Que não tenham saído da cadeira de uma faculdade para a cadeira do hemiciclo. Que tenham uma profissão para a qual voltar quando o seu ciclo termina. Para que na vida política portuguesa não estejam sempre as mesmas caras, sempre o mesmo grupo de pessoas que veio junta das juventudes partidárias e que formam um bloqueio a novas caras que lhes possam retirar o poder, porque quando perderem o poder, não lhes resta nada, foi só isso que fizeram na vida.
O país precisa de gente que saiba fazer, mais do que de gente que saiba discutir e teorizar.

O SER POLITICO DO HOMEM

Todo ser humano é essencialmente político. Para os gregos, ser político, como ensinou Platão, deveria ser um propósito no qual todos deveriam se dedicar. Então o que é afinal de contas ser político? O grande filósofo grego construiu uma figura de linguagem bastante simples que nos ajuda a entender essa idéia. O Mito da Caverna. Segundo Platão, havia uma caverna, onde muitos homens se encontravam acorrentados uns aos outros e todos se situavam de costas à abertura da mesma. À frente deles se projetavam sombras resultantes da realidade exterior à caverna. Todos assistiam àquelas imagens como se fossem os objetos reais da existência.

Viviam absortos em uma ilusão. Um certo dia, um dos acorrentados, resolve se soltar. Ao caminhar pela caverna percebe que uma luz, muito forte, vinha de fora. Resolve então se arriscar e testemunhar a realidade exterior. Ao chegar lá fora se espanta com a intensidade da Verdade da Vida. Seu primeiro gesto é retornar correndo e contar aos demais o que havia descoberto. A frustração foi enorme. Todos lhe chamavam de louco, alienado, entre tantos outros insultos; pois a única realidade existente eram as sombras projetadas no fundo daquela fria e úmida caverna, diziam eles.

É assim a tarefa do homem que se propõe a ser político. A primeira empreitada a que se deve dedicar é a busca sincera e confiante da Verdade. Essa começa quando ele decide transformar-se e implementar revoluções morais profundas e francas dentro de si,baseadas no auto conhecimento. “Conhece te a ti mesmo” já dizia Sócrates.A maior parte de nossos sofrimentos são resultados de nossas próprias imperfeições. Para ajudar o outro, é imperioso conhecer o ser humano. Somos o objeto de nossa maior busca. Quando nos conhecemos, aprendemos a compreender o outro, afinal, “Nada que é humano me é estranho” ensinava Terêncio (180 a.C).

Feito isto, que de nada fácil tem, generosamente, dividir essas conquistas com aqueles que ainda se encontram afundados nas ilusões e contradições pueris da existência material. Por que estou dizendo isso? Já conquistei o Nirvana? Claro que não, porém quantos mais de nós se dedicarmos a isso, menos árduo será o trabalho de nosso dia a dia. Quando se passa quatro anos dentro de uma faculdade de Comunicação, aprende-se logo no início do curso que a isenção e imparcialidade absoluta inexiste no exercício da profissão. Princípio segundo o qual todo jornalista deveria ter consigo. Então onde mora o paradoxo? Mora no simples fato de qualquer manifestação de idéia seja escrita ou falada já se encontrar impregnada dos personalismos característicos do emissor da mensagem. Isso não quer dizer que devemos então nos esquecer desse intento. Necessitamos tê-lo como fonte de inspiração e ideal, porém, na medida em que passamos a considerar,de forma honesta e sincera, nossa limitações no exercício da neutralidade absoluta, praticamos com maior franqueza a honestidade intelectual, e ficamos conscientes da responsabilidade enorme que os profissionais dessa área possuem.

Portanto,sejamos políticos, afinal, os senhores da Caverna estão por aí, dificultando que desacorrentemos alguns irmãos a mais. Qualquer semelhança com “Matrix” não é mera coincidência.

"Se Jesus voltasse, agora como politico, voce acreditaria que ele é o filho de Deus"?

A FÉ A POLÍTICA E SUA CRENÇA.

A política carrega no seio a tentação da onipotência do poder. Poder significa fazer valer a própria vontade. Só Deus poderia fazer valer sempre a sua vontade, embora não o faça e nos respeite a liberdade. E o ser humano, tentado a ser como Deus (Gn 3, 5), encontra na política excelente lugar para realizar tal sonho. E a fé vem-lhe em auxílio, ao mostrar-lhe a raiz de tentação e de perversidade de tal pretensão. Mais: desvenda-lhe a impossibilidade de viver com as próprias forças o bem, de alcançar a plenitude da justiça e da perfeição aqui na terra, pois padece de fragilidade radical, envolve-lhe o pecado do mundo.

A maior tentação na política consiste na busca do poder para fazer prevalecer a própria vontade sobre o bem do povo.

A fé desvenda o mistério de maldade humana, sua origem histórica e estrutural. João Paulo II não receou apontar, como causa de perversidades do regime socialista, o esquecimento do pecado original. Ele julga “possuir o segredo de uma organização social perfeita que torne o mal impossível” e “poder usar todos os meios, inclusive a violência e a mentira para a realizar”.

A fé situa o ser humano na sua verdadeira condição de ser pecador necessitado de contínua conversão, sobretudo do desejo e arbítrio do poder.

Candidatos sabem o que é ser vereador?

Vereador é um representante político que atua no município e que tem somente poder legislativo. Essa informação parece básica e essencial para quem postula tal vaga. Mas não é para muitos. Basta acompanhar o chato horário eleitoral gratuito as terças, quintas e sábados. Tem candidato que diz ter feito mundos e fundos, mesmo não sendo vereador. Um salva vidas das pessoas, outro trouxe Centro da Juventude, Programa de Saúde da Família, asfalto. Tem gente que se empenhou na vinda de “ambulâncias”, e olha que não escrevi errado não! O sujeito foi responsável pela chegada de “ambulâncias” à unidade saúde do bairro. Tudo mentira. Vereador fiscaliza as contas e as obras do município, elabora leis e legisla sobre assuntos de interesse local. É função do prefeito se empenhar para trazer e construir tudo o que foi citado no parágrafo acima. O vereador tem de apoiar e fiscalizar o uso correto do dinheiro público. Pode solicitar a construção de lombadas, a instalação de semáforos, a melhoria na condição do asfalto, a ampliação de vagas nas creches e a compra de mais ambulâncias. Fazer é para outra esfera, ou seja, o executivo. Analisando o horário eleitoral gratuito dá para se notar que os partidos pouco se importam na formação daqueles que desejam ser vereador. O que importa é o número de candidatos para se completar a chapa da coligação. A Justiça Eleitoral deveria criar mecanismos para qualificar melhor os candidatos, para que eles, pelo menos, entendessem o que eles podem e devem fazer na Câmara Municipal. Todo cidadão tem o direito de escolher pelo seu representante nos poderes legislativo e executivo, como também é direito daquele que se enquadra nas normas previstas pela legislação de participar do processo eleitoral. Agora, deveriam ser obrigatórios termos candidatos melhores qualificados. Como não temos, a escolha se torna dolorosa e bem difícil.

 







 
   

 

 

 
 

sexta 13 janeiro 2012 11:20



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